Arcângela Sena: A Voz do Empreendedorismo Feminino e Sustentável na Amazônia

Arcângela Sena

No contexto em que a Amazônia se destaca como um centro dinâmico de inovação e sustentabilidade, a voz de Arcângela Sena surge como uma referência para os empreendedores. A sua trajetória profissional é extensa e marcante, tendo trabalhado por 20 anos, no grupo Liberal, passando pela Rádio Liberal até chegar como editora-chefe na TV Liberal, afiliada à Rede Globo, e atualmente é professora e coordenadora dos cursos Jornalismo e Publicidade na Faculdade Estácio, em Belém. No entanto, é em seu papel como idealizadora e apresentadora do projeto “O Jeito Que É Nosso” que sua importância para o empreendedorismo na Amazônia se solidifica. Este projeto de TV digital, com alma feminina, dedica-se a contar histórias de mulheres empreendedoras, promovendo o empoderamento feminino e fortalecendo redes de apoio na região.   

A habilidade de Arcângela em navegar entre o meio acadêmico, a comunicação social e o empreendedorismo, com uma ênfase tão precisa e aprofundada na Amazônia, estabelece-a como uma autoridade indiscutível. Suas percepções são fundamentadas não somente em teoria, mas em uma vivência prática e um compromisso contínuo com o desenvolvimento da região. Portanto, escutar Arcângela Sena é explorar as intrincadas conexões entre comunicação, tecnologia e negócios, e entender as oportunidades e desafios singulares que definem o futuro do empreendedorismo na Amazônia.

Professora Arcângela, sua trajetória e o projeto ‘O Jeito Que É Nosso’ destacam o empreendedorismo feminino, especialmente na Amazônia. Quais são os desafios mais singulares que as mulheres empreendedoras enfrentam nesta região?

Arcângela: Apoio. E quando falo apoio, parece, em primeira vista óbvio. É certo que toda mulher sofre desse mesmo problema, mas ser mulher, empreendedora e Amazônida tem uma subjetividade mais complexa e menos creditada pelo mercado, pelas empresas e pelas políticas públicas. O apoio vai desde entender os negócios aqui gerados, à capacitação até apoio financeiro.

O projeto ‘O Jeito Que É Nosso’ é uma plataforma vital para o empoderamento feminino na Amazônia. Ao longo dos três anos do projeto, qual foi a história de superação ou o tipo de interação que mais a marcou, e como essas experiências validam a importância de contar essas narrativas e de criar redes de apoio para mulheres empreendedoras?

Arcângela: Eu sempre digo que cada história que eu conto é única. E que me deixa sempre inspirada e certa de que o propósito do projeto está no caminho. Conhecer mulheres que superaram dores de maus tratos, psicológicas, financeiras a partir do empreendedorismo me alimenta e me faz seguir.

A COP 30 em Belém em 2025 é um marco global para a sustentabilidade. Como você vê este evento transformando o cenário do empreendedorismo na Amazônia, além do impacto ambiental, e que tipo de legado em termos de inovação e investimento podemos esperar para os negócios locais, especialmente aqueles liderados por mulheres?

Arcângela: Eu acredito que a principal contribuição já está acontecendo. O mundo parece que começou a entender que aqui temos potencialidades e que sustentabilidade, ações de bioeconomia já são máximas nas nossas atividades produtivas. Esse movimento está visibilizando redes de mulheres e territórios empreendedores. Isso é muito bom e espero que o pós COP 30 continue abraçando esse movimento ativo e econômico que temos na nossa região.

No dia 30 de agosto, você realizará o ‘Encontro com Empreendedores da Amazônia’. Como surgiu a proposta do evento e o que será apresentado?

Arcângela: Surgiu em função das observações e demandas que tivemos ao longo desses 3 anos, que nos fez perceber as principais dificuldades de quem empreende na região. É um encontro voltado para quem quer virar a chave do seu negócio com histórias e ajuda de quem empreende na Amazônia e é da Amazônia. Todos os mentores que estarão no evento são empreendedores que fazem sucesso no ramo em que atuam. É uma oportunidade de intercâmbio, de referências.

Para aprofundar-se nas histórias de empoderamento e no trabalho de Arcângela, convidamos você a conhecer o projeto “O Jeito Que É Nosso” no YouTube e Instagram, uma plataforma vital para o empreendedorismo feminino na Amazônia. Além disso, não perca o “Encontro com Empreendedores da Amazônia” no dia 30 de agosto. Este evento é uma chance única para networking, capacitação e para se preparar para as oportunidades que a COP 30 trará, fortalecendo o futuro dos negócios sustentáveis na região.

Tem uma sugestão de conteúdo? Entre em contato comigo que terei o maior prazer em divulgar.

Artur Araújo

Artur Araújo – CEO da Yesbil e CTO do Agenduni – Profissional com 19 anos de experiência com Marketing Digital. Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Multimídia (IESAM) e Pós-graduado em Transformação Digital e Cultura Digital nas Organizações (UNAMA).

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